Conhecer para segmentar

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A revolução tecnológica está transformando os hábitos, atitudes e comportamentos da sociedade e, por consequência, as relações comerciais entre empresas e seu público consumidor. Por isso atualmente não há como negar a importância das tecnologias da informação e comunicação (TIC’s) na elaboração do planejamento estratégico de marketing das empresas.

Sendo assim, surge o conceito de marketing digital que pode ser definido como um conjunto de formas de comunicação pelos meios digitais (internet, celular, etc.) que as empresas utilizam para promover e vender seus produtos e serviços. Além disso, esses meios também são utilizados para conquistar novos clientes e melhorar a sua rede de relacionamento. Ou seja, através do marketing digital busca-se visibilidade online, comunicação com o cliente e fortalecimento da marca.

Neste contexto, as organizações necessitam de uma presença online forte, conquistada através da inserção das mesmas em diversos canais hoje existentes no meio digital, como: website, blogs e mídias sociais, tais como, You Tube, Twitter, Facebook, Flickr, Instagram, dentre outros.

Atualmente a presença das empresas nestas redes sociais se tornou uma prática básica para averiguar ações da concorrência, divulgar novos produtos e estar a par das opiniões dos clientes. Destaca-se aqui que as redes sociais permitem a comunicação direta entre o cliente e a organização. O fruto disso é a obtenção de maiores informações acerca desse cliente. Seja através de dados, críticas, elogios ou reclamações há maiores possibilidades da geração de diferenciais para os produtos, serviços e para a própria empresa.

Portanto, o meio digital se tornou grande aliado na identificação das demandas dos clientes para que se possa segmentar serviços e produtos e atender às expectativas de cada um.

A importância do primeiro P (Pesquisa) no Marketing Digital

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Pesquisa

Em meio às constantes transformações no universo midiático, sempre buscamos pela satisfação dos clientes em todo o planejamento para sua campanha. Muitas vezes nos colocamos no lugar deles para saber o que eles buscam de nossa campanha e o que nós podemos oferecer para eles e para o retorno positivo da mesma. Desta forma usa-se a pesquisa para filtrar as necessidades, desejos e tendências que o público-alvo quer, a partir daí sabemos que para um bom funcionamento de qualquer planejamento, a pesquisa é fundamental, e não é a toa que ela é o primeiro P do Marketing Digital.
A pesquisa tem como finalidade ajudar no processo do planejamento e com o Marketing Digital não é diferente. Para podermos mensurar de uma melhor forma o que o nosso público-alvo quer, a pesquisa deve ser produzida e aplicada em diferentes públicos consumidores do produto. Com a internet, os consumidores dela e os produtos consumidos pela mesma em permanente mutação,a pesquisa no Marketing Digital deve ser feita com maior freqüência, as demandas de necessidades e desejos dos internautas são maiores do que a de um comprador em loja física, a web oferece muita concorrência e para o nosso cliente não cair e ter a satisfação em crescimento e produção, a pesquisa é muito importante.

 

Empresas no “mundo conectado”

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As alterações socioculturais são constantes na realidade da humanidade. A era da informação, revolucionada a partir do surgimento da internet, transforma a sociedade atual de um núcleo de consumidores para cidadãos mais exigentes, a demandarem rapidez, clareza, qualidade e, mais recentemente, a sua co-participação no desenvolvimento de soluções. Este cenário tem demandado organizações voltadas aos seus clientes de maneira verdadeiramente dedicada.
Para essa massa crítica é preciso, mais do que nunca, além de satisfazer suas necessidades, agregar valor, firmando um relacionamento relevante e duradouro, cujo “lucro”, os benefícios a longo prazo, possam ser alcançados, administrando o rendimento que o cliente gera no seu tempo de vida.
Estamos vivendo em uma sociedade em rede, em que “os efeitos causados pela tecnologia da informação no mundo contemporâneo regulam o consumo e a produção” As redes interativas de computadores, que crescem exponencialmente, estão “moldando a vida e, ao mesmo tempo, sendo moldadas por ela.” (CASTELLS, 1999. p.22).
A naturalidade das relações pessoais, na estrutura social, se transfere, agora, para um espaço em que a interatividade acontece no mundo virtual. A tecnologia apresenta-se como uma ponte facilitadora da interação entre as pessoas, do desenvolvimento e do compartilhamento de conteúdos.
Neste contexto, o coletivo ganha forças e as empresas incapazes de absorver os diálogos digitais com seus consumidores podem ter sérios prejuízos, arranhando de forma significativa sua reputação de marca. Qualquer aspecto relacionado à empresa, e com base em experiências vivenciadas, pode influenciar milhares de consumidores e potenciais consumidores. As vivências tornam-se públicas rapidamente, sejam elas positivas ou negativas e com o poder da coletividade podem ganhar força e consistência sem precedentes.
Potencializar o relacionamento no ambiente digital torna-se cada vez mais importante para as empresas como um componente integral das suas ofertas. Aproximar esta visão das práticas do dia a dia pode resignificar a dimensão do negócio levando em consideração as dinâmicas do mundo contemporâneo.

CASTELLS, Manuel. A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

8Ps do Marketing Digital versus 4Ps do Marketing

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8Ps do Marketing Digital versus 4Ps do Marketing

 

Se você ainda não sabe o que são os 8Ps do Marketing Digital, mas certamente já sabe o que são os 4Ps do Marketing “tradicional”, certamente deve estar se questionando agora, ou já se questionou, porque dizem 8 e não 4, porque criaram 8Ps?

 

Em primeiro lugar saiba que um não tem tanto haver assim com o outro, na verdade é o Mix de Marketing uma ferramenta, teoria ou metodologia, como queira, onde os 4Ps (Produto, Preço, Praça e Promoção) existem e ainda existirão com a mesma importância, sendo estes muito importantes em um trabalho tático de planejamento de Marketing. Mas nos 8Ps temos apenas somente 1P que vem com significado muito semelhante com os do Mix, que é o P de Promoção, somente este.

Os 8Ps (Pesquisa, Planejamento, Produção, Publicação, Promoção, Propagação, Personalização e Precisão) seriam como um passo a passo contínuo, cíclico, que formam as estratégias de Marketing Digital. Esta é uma metodologia muito importante, extremamente útil e muito bem arquitetada por Conrado Adolpho Assis.

Já o Mix de Marketing (os 4Ps) foi uma estratégia, ao meu ver, muito inteligente, criada por Jerome McCarthy, onde pelo menos pensando as ações de marketing sobre 4Ps já teríamos uma abrangência bem significativa do que deve ser pensado (planejado) e executado em uma empresa em termos de Marketing.

Assim, uma empresa precisa entender muito bem Marketing, precisa executar Marketing como uma cultura ou uma filosofia na empresa, fazendo com que esta foque sempre suas atenções ao cliente ou consumidor. Para atuar de forma mais efetiva no ambiente digital algumas metodologias precisavam ser desenvolvidas, e não tenho dúvidas que entendendo a fundo o funcionamento dos 8Ps do Marketing Digital, a empresa consegue fazer um trabalho na Internet de forma exemplar, consegue faturar mais e inclusive descobrir novas oportunidades.

Estude mais este assunto, garanto para você que vale a pena!

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Você é Estrategista ou Ferramenteiro?

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Uma reflexão que fiz, a não muito tempo atrás, me deixou muito empolgado para fazer esta pergunta agora e então discutir com você uma resposta.

 

Você é Estrategista ou Ferramenteiro?

 

Nas Empresas WEB o Ferramenteiro é o funcionário, ou o profissional, que sabe tudo sobre criar perfis nas redes sociais, no Facebook, no Twitter… sabe ainda onde é que fica cada botão de configuração no Google Analytics, no Adwords, como usar os melhores softwares para monitorar a presença de uma marca na Internet, sem falar que é com ele essa história de postar em um blog, pois é o cara que sabe instalar um WordPress no servidor ou mexer no FTP. Essas são tarefas dos Ferramenteiros.

 

Perceba então que é um Ferramenteiro que torna possível o trabalho do Estrategista. É quem monta o time de criação e faz a coisa toda acontecer, tirando o plano do papel. Ele transforma a estratégia em realidade, em uma ação concreta e visível não só ao seu Estrategista, mas para o Usuário ou Consumidor Final – normalmente o seu público alvo que acessa a sua página através da Internet, seja pelo seu PC, notebook, tablet ou smartphone.

 

Já o Estrategista tem um diferente papel. Olha para um negócio e sabe que há cerca de 50 milhões de bichinhos de estimação no país (1 para cada 4 pessoas), que cães e gatos somam cerca de 40 milhões de animais e grande parte das despesas com eles ficam por conta da alimentação (65%).

Os animais são tratados como parte da família e tem como público-alvo, para produtos relacionados aos pets, principalmente as mulheres (70% das compras) e que os proprietários de pet gastam cerca de R$760 por ano com cães.

Então de posse dessas informações, um Estrategista pesquisará onde se encontra tal público-alvo, como ele interage com o mercado para suprir seus desejos de consumo e, principalmente, porque compram mimos e adereços para seu pet. Será que fazem isso para suprir a falta de filhos ou porque gostam de exibir seu pet para a sociedade? Ter um pet é questão de carência causada pela sociedade caótica e solitária?

 

As primeiras perguntas de um Estrategista, após profunda leitura do cenário, do negócio, do público-alvo, serão:

 

“Qual a conversão da ação digital? Quais foram as vendas? A geração de leads? Ouve doação, recompra?”, “Qual a abordagem de comunicação a ser usada para convencer o público-alvo a converter a meta?”, “Onde o público-alvo se concentra? no Facebook, no LinkedIn, no Decora.me, no blog?”. “Quais as necessidades, desejos e ansiedades que esse público tem para serem preenchidas?”

 

Essas perguntas não tem relação com a ferramenta, mas sim com as pessoas e com o business. Um Estrategista enxerga o business e a conversão (o visitante virando cliente). Ele pode não saber onde está o botão para transformar perfil em Fanpage no Facebook, mas sabe que isso é necessário para gerar relacionamento com o público-alvo.

 

Em resumo, o Estrategista precisa saber o que é possível fazer, mas não necessariamente é mais importante saber como fazer.

 

Por isso ele tem o Ferramenteiro. Muitos Estrategistas são também razoáveis Ferramenteiros. Sabem fazer uma boa campanha de Adwords ou entendem razoavelmente de SEO, mas sem dúvida, não entendem tanto das ferramentas como alguém que passa o dia inteiro sobre elas.

O grande problema é quando um profissional (ou o mercado) confunde estratégia com ferramenta. Criar uma Fanpage não é estratégia. Estratégia é o que você faz com a Fanpage e como ela conversa com todas as outras iniciativas gerando um resultado tangível, previsto e crescente. O Estrategista é e sempre deve ser um leitor de pessoas e de mentes, um excelente profissional da Administração de Marketing. Um Ferramenteiro é um especialista em operar a máquina.

 

Muitos Ferramenteiros usam a palavra estratégia como se estivessem de fato fazendo-a. Não estão. Estão apenas operando a ferramenta. Lógico que sempre há um pouco de estratégia em uma ação, mas nem sempre a certa e nem mesmo a melhor (recomendo ler o livro “Estratégia boa, estratégia ruim” de Richard P. Rumelt, para entender esse ponto).

Como retrata Conrado Adolpho (autor do livro “Os 8Ps do Marketing Digital“), para mim o guru nestes assuntos estratégicos da área digtal, muitos Estrategistas acham que se não souberem mexer na ferramenta não podem ser considerados profissionais de marketing digital. Querem aprender todas as ferramentas a fundo perdendo o foco de sua função: entender de gente, ler, entender sobre o business, perceber para onde o mercado está indo, conversar com os empresários para entender seus problemas reais e fazer a tradução entre o “mundo real” e o “mundo dos bits”.

 

O Estrategista sabe que não é a ferramenta, e muito menos uma única ferramenta, que traz o resultado. O relacionamento pode estar no cartão (magnético em plástico) de fidelidade ou então em um bom atendimento. A rede social não faz absolutamente nada sozinha caso o atendimento da empresa seja péssimo ou não se importar verdadeiramente com o cliente.

O que existe é o bom e velho Marketing, mas em um mundo com novas regras, onde ele se transforma e muda a maneira como é operado. O Marketing porém, deve continuar falando de gente, não de máquinas ou novas ferramentas apenas.

 

O papel do Estrategista nesse ambiente digital, no Brasil, ainda está muito confuso dado o pouco conhecimento do que é esse novo ambiente e do que é a própria estratégia, palavra que tem sido usada para praticamente tudo (para entender melhor esse ponto, sugiro ler “Entendendo Michael Porter” de Joan Magretta).

 

Cabe aos poucos Estrategistas – sejam profissionais como o Administrador ou outro da área da Comunicação Social por ex., que estando capacitado a esta função gerencial – a missão de mostrar que uma boa estratégia, sinérgica, conjunta, coesa, pode levar qualquer cliente a LUA! O Ferramenteiro é tão necessário quanto o Estrategista e os dois devem trabalhar em conjunto, pois saber qual botão apertar é tão necessário em uma ação quanto saber como deve apertá-lo.

Bem Vindo ao Blog Profmarketing!

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Este Blog nasceu para poder compartilhar conhecimento, para poder enriquecer as capacidades técnicas e pessoais de todos os profissionais que atuam ou desejam atuar na área de Marketing.

Para começar, indico que veja o vídeo abaixo que demonstra bem um certo dilema que estamos vivendo em nosso mundo atual.


E aí você é ON ou OFF?

Já adianto a você que prefiro uma lógica ON-OFFLINE!

Ou seja, devemos estar sempre interligados, conectados, mas jamais deixar de viver e aproveitar nosso mundo offline!

Um abraço a você e bom proveito ao nossos conteúdos!

Prof. Adm. Nícolas Furlan