Empresas no ‚Äúmundo conectado‚ÄĚ

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Artigo1

As altera√ß√Ķes socioculturais s√£o constantes na realidade da humanidade. A era da informa√ß√£o, revolucionada a partir do surgimento da internet, transforma a sociedade atual de um n√ļcleo de consumidores para cidad√£os mais exigentes, a demandarem rapidez, clareza, qualidade e, mais recentemente, a sua co-participa√ß√£o no desenvolvimento de solu√ß√Ķes. Este cen√°rio tem demandado organiza√ß√Ķes voltadas aos seus clientes de maneira verdadeiramente dedicada.
Para essa massa cr√≠tica √© preciso, mais do que nunca, al√©m de satisfazer suas necessidades, agregar valor, firmando um relacionamento relevante e duradouro, cujo ‚Äúlucro‚ÄĚ, os benef√≠cios a longo prazo, possam ser alcan√ßados, administrando o rendimento que o cliente gera no seu tempo de vida.
Estamos vivendo em uma sociedade em rede, em que ‚Äúos efeitos causados pela tecnologia da informa√ß√£o no mundo contempor√Ęneo regulam o consumo e a produ√ß√£o‚ÄĚ As redes interativas de computadores, que crescem exponencialmente, est√£o ‚Äúmoldando a vida e, ao mesmo tempo, sendo moldadas por ela.‚ÄĚ (CASTELLS, 1999. p.22).
A naturalidade das rela√ß√Ķes pessoais, na estrutura social, se transfere, agora, para um espa√ßo em que a interatividade acontece no mundo virtual. A tecnologia apresenta-se como uma ponte facilitadora da intera√ß√£o entre as pessoas, do desenvolvimento e do compartilhamento de conte√ļdos.
Neste contexto, o coletivo ganha for√ßas e as empresas incapazes de absorver os di√°logos digitais com seus consumidores podem ter s√©rios preju√≠zos, arranhando de forma significativa sua reputa√ß√£o de marca. Qualquer aspecto relacionado √† empresa, e com base em experi√™ncias vivenciadas, pode influenciar milhares de consumidores e potenciais consumidores. As viv√™ncias tornam-se p√ļblicas rapidamente, sejam elas positivas ou negativas e com o poder da coletividade podem ganhar for√ßa e consist√™ncia sem precedentes.
Potencializar o relacionamento no ambiente digital torna-se cada vez mais importante para as empresas como um componente integral das suas ofertas. Aproximar esta vis√£o das pr√°ticas do dia a dia pode resignificar a dimens√£o do neg√≥cio levando em considera√ß√£o as din√Ęmicas do mundo contempor√Ęneo.

CASTELLS, Manuel. A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

A import√Ęncia de conte√ļdos relevantes nas redes sociais como ferramentas de marketing digital

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Social Media Logotype Background

Estar presente nas redes sociais e no mundo digital tornou-se, praticamente, um quesito fundamental para as organiza√ß√Ķes que desejam obter e/ou continuar alcan√ßando sucesso e expans√£o comercial no mundo contempor√Ęneo. Contudo, de nada adianta somente a presen√ßa dos perfis empresariais nestas redes sem gera√ß√£o de conte√ļdo relevante e atualiza√ß√Ķes constantes sobre os assuntos de interesse destas institui√ß√Ķes.

Assim, torna-se essencial a realiza√ß√£o de planejamentos de a√ß√Ķes, posts e campanhas em que as redes sociais far√£o parte de um processo estrategicamente delimitado. Integrar linha editorial padr√£o, boa qualidade de textos, imagens, v√≠deos, sons e diversos tipos de conte√ļdos, al√©m de manter e/ou criar identidades visuais homogenias, bem estipuladas e adequadas ao p√ļblico ao qual se pretende atingir, s√£o processos essenciais na busca pelo sucesso neste meio.

Redes sociais precisam ser tratadas como um assunto s√©rio. Para tanto, √© necess√°ria a contrata√ß√£o de profissionais qualificados e conhecedores do meio, que possam promover a interatividade com clientes e admiradores da marca. As gafes no meio social s√£o rapidamente difundidas, tornando-se verdadeiros ‚Äúvirais‚ÄĚ e denigrindo a imagem da organiza√ß√£o ou do servi√ßo em quest√£o.

Mensura√ß√£o de resultados e foco em objetivos, como em qualquer outra a√ß√£o de promo√ß√£o, tamb√©m devem ser inseridos neste contexto. As redes sociais, atuando como disseminadoras de informa√ß√£o e conte√ļdo precisam gerar resultados, de prefer√™ncia, j√° programados durante os processos de planejamento.

Os ganhos de imagem institucional, relacionamento e confian√ßa com a marca s√£o, definitivamente, importantes e relevantes se trabalhados de forma adequada, funcionando como excelente ferramenta de marketing digital. A interatividade e o relacionamento gerados com os mais diversos p√ļblicos neste meio podem decidir por qual produto ou servi√ßo o consumidor ir√° optar no momento da efetiva√ß√£o de um neg√≥cio.

Em termos de estratégia competitiva estamos velhos ou novatos?

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Em termos de estratégia competitiva estamos velhos ou novatos?

Vejam o quanto velhos ou novatos estamos em termos de compreensão sobre estratégia e competição!

L√≥gico que tamb√©m estamos velhos ou novatos para falar de tecnologias, inova√ß√Ķes, ideologias e¬†at√© mesmo sobre marketing.

Em 1984 Steve Jobs fez este discurso. Perceba o que você já deveria estar fazendo em seus negócios para criar uma legião ao seu favor:

Internet e Voc√™ ‚Äď Que mundo √© esse?

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Queria hoje esclarecer a todos os nossos visitantes, amigos e parceiros do Blog Profmarketing:

 

 

Internet e Voc√™ ‚Äď Que mundo √© esse?

  

 

Todo este projeto do Blog Promarketing, FanPage do Blog Profmarketing, Profcasts, e ainda lan√ßarei na semana que vem v√≠deo… faz parte de um projeto bem maior de ensino de Marketing, especialmente no m√™s de Julho de Marketing Digital.

 

Vou contar um pouco da minha história:

 

Iniciei trabalhando com meu pai ainda crian√ßa, quando tinha por volta de meus 8 anos de idade. J√° fiz de tudo nesta √©poca… de trabalho burocr√°tico simples (guardar documentos) a tamb√©m s√≥ ficar olhando e escutando as t√©cnicas de vendas que meu pai brilhantemente desenvolvia. Tive primeiro contato com um computador (da empresa) por volta dos 11 anos de idade um 286 do tempo do MS-DOS e dos disquetes enormes de 5¬ľ. S√≥ depois por volta dos 14 anos de idade √© que fui ter o meu primeiro computador e foi atrav√©s de sorte ‚Äď um sorteio no col√©gio onde estudava ‚Äď, era um modelo desktop 586 de 133Mhz com Kit Multim√≠dia! (era show! uma inova√ß√£o naquela √©poca).

Logo, logo fui querendo entender melhor todo o funcionamento da m√°quina. Assim at√© hoje sou um pouco aficionado por PCs, s√≥ que mais por Hardware mesmo e n√£o muito por Software. Ainda hoje compro pe√ßas e monto as minhas m√°quinas (e de familiares e amigos) pe√ßa por pe√ßa, fa√ßo testes com estas tamb√©m, etc. At√© cheguei a abrir uns blogs… Mas at√© hoje nunca fiz um v√≠deo Unboxing, por exemplo ‚Äď pr√°tica frequente nesta √°rea de tecnologia.

 

Nessa √°rea da inform√°tica fui me envolvendo mais e mais com o passar dos anos. Lembro que queria trabalhar em uma loja de inform√°tica, mas meu caminho de estudos e experi√™ncias profissionais (em setores administrativos) n√£o me colocavam muito neste ramo. Mas acabava mesmo fazendo algo tamb√©m mais por hobby mesmo ‚Äď arrumar computadores dos colegas de faculdade, de pessoas em geral… e cheguei a projetar empreender a abertura de uma loja dessas ‚Äď tanto de venda de pe√ßas como tamb√©m de manuten√ß√£o de PCs.

 

Fiz a faculdade de Administra√ß√£o certo de que era bem isso que eu queria, e realmente n√£o tinha paci√™ncia para uma carreira de estudos na √°rea de TI (tecnologia da informa√ß√£o) por exemplo ‚Äď por esta ficar muito voltada aos softwares, pelo menos naquela √©poca. E gostei, comprovei que era a melhor forma√ß√£o a qualquer pessoa que quer obter sucesso. Assim j√° no primeiro ano de faculdade j√° fui vendo que meus estudos deveriam ser fazer uma an√°lise de mercado para atua√ß√£o no ramo de inform√°tica. Portanto fiz meu TCC (trabalho de conclus√£o de curso) nesta √°rea, com uma pesquisa de mercado ‚Äď envolvendo referenciais de Administra√ß√£o de Servi√ßos e Marketing.

 

Assim, o empreendimento foi aut√īnomo nos anos 2000 quando comecei a me relacionar efetivamente neste mundo da Internet de forma mais intensa, ou seja, fazendo neg√≥cios. Desde 1999 j√° logo no in√≠cio do Mercado Livre no Brasil, eu j√° fazia minhas primeiras compras online e um ano depois j√° desenvolvida vendas para todo o Brasil atrav√©s da Internet.

 

Este mercado sempre me interessava muito, ent√£o sempre estudei alguma coisa a respeito ‚Äď tanto inform√°tica como mercado digital ‚Äď, pesquisava bastante a respeito, mas sem dar um verdadeiro foco nisso, sem realmente fazer disso algo mais forte a este respeito. Trabalhava de dia normal, em empresa f√≠sica, mas conferia minhas vendas online diariamente. O chamado hoje de Dropshipping, na √©poca nem se falava (nem existia o termo), mas eu fazia isso e este foi um grande diferencial competitivo nas minhas vendas online. Lucrei sim, foi estimulante, muito bom mesmo, mas acabei desistindo das vendas online por diversos motivos, um desses revelo agora:

 

√Č complicado ficar com mais¬†esse compromisso de atender a diversos pedidos de venda (e-mails que nem se dava tempo de ler todos, pois era uma quantidade imensa diariamente).¬†Odeio servi√ßo rotineiro e burocr√°tico. Eu era um simples jovem que jamais foi reconhecido para ser um real Administrador de uma empresa (gestor)… Frusta√ß√£o natural de qualquer rec√©m-formado, louco para colocar em pr√°tica seus conhecimentos. No tempo que me formei n√£o existiam direito estes programas de Trainee ‚Äď hoje, ao meu ver, uma coisa muito boa para os talentos dos bancos acad√™micos.

 

A melhor op√ß√£o veio naturalmente… vou estudar marketing! Uma √°rea mais livre, mais aberta √†s ideias, √† criatividade ‚Äď coisa de que sou f√£. Ter novas ideias de divulga√ß√£o e √†s vezes n√£o ver resultado algum, ok ‚Äď fiz coisas assim tamb√©m no tempo de vendas online. E minha p√≥s-gradua√ß√£o ent√£o foi nesta √°rea. E para mim foi uma p√≥s fant√°stica! Muito da minha cabe√ßa mudou com esta p√≥s, amadureci bastante profissionalmente, sem falar da minha vida pessoal e familiar que teve sempre muito conte√ļdo e assim amadurecimentos importantes tamb√©m.

 

Enfim, j√° tinha me decidido tamb√©m (desde a gradua√ß√£o) que queria seguir a carreira de Professor, mas de forma paralela a de Administrador ‚Äď como Consultor ou mesmo funcion√°rio nas empresas. Aquele plano de vida ou planejamento pessoal/profissional sempre esteve me guiando e concretizei praticamente tudo que pretendi, que planejei. Sobre atuar como Professor (desde 2003/04 atuo) e minha hist√≥ria sobre isso, da√≠ vai longe, teria que escrever um post somente sobre isso!

 

Foi de um ano para c√°, √© que foi caindo a minha “ficha”, vi que tinha um conhecimento e que poderia aperfei√ßoar ainda mais¬†este conhecimento,¬†para ent√£o¬†coloca-lo mais em pr√°tica. Vi que a Internet quebrou todas as barreiras realmente e democratizou muitas coisas, fazendo com que¬†hoje todos tiv√©ssemos maior poder, eu e voc√™.

 

Das empresas que trabalhei sempre havia alguma limitação sobre a minha atuação profissional, sobre colocar meus conhecimentos e experiências em prática. Já atuei em todas as áreas da administração, em variadas empresas, mas resolvi que agora deveria dar ainda mais foco a área de Marketing, e a minha carreira como Professor.

 

E assim, para poder tamb√©m ajudar algumas pessoas ‚Äď algo que sinto como minha miss√£o de vida ‚Äď percebi que se deve compartilhar mais… E inclusive qualquer conhecimento¬†que seja. Na verdade isso √© uma coisa boa pra sociedade, isto transforma a sociedade. Foi com este esp√≠rito que criei e lancei o projeto do Curso de Marketing Digital Gest√£o Beta pela UNISC ‚Äď Universidade de Santa Cruz do Sul.

 

Este curso será um piloto de um grande empreendimento nosso na Internet. Digo nosso porque é exatamente isso que será.

 

Tem muita coisa acontecendo faz tempo no mundo digital (internet) só que praticamente não ficamos sabendo, ninguém fala, escondem certas verdades e passamos a não ter este conhecimento, e ficamos apenas remando a favor da maré, na velocidade que o vento sopra, ou seja, que alguém sopra. Quando na verdade existe quase que um outro mundo (mas na verdade é o mesmo) andando paralelamente, uns andam como pequenos peixes, outros com velhos pequenos barcos ou então submarinos em ferrugem e perigosos, mas alguns anda com submarinos ultra modernos, potentes e seguros.

ROYAL NAVY TASK GROUP FLEXES ITS MUSCLES IN THE MEDITERRANEAN 

Com essa metáfora quero deixar claro que precisamos independente da área do conhecimento que quisermos seguir, como profissionais, que a Internet proporcionou uma revolução que já começou e que não podemos ficar mais a mercê! Não ache que a rede social é tudo que revolucionou em nossa sociedade, existe muito mais coisa. E existe para tudo também um sentido de gestão e de marketing.

 

Para mim tudo come√ßa pequeno, com calma, com muita calma… assim como este Blog, assim como¬†este projeto est√° fazendo ‚Äď tudo muito simples e informal. Mas com o tempo… aos poucos,¬†¬†veremos melhor o que poderemos fazer, o que iremos fazer, eu e voc√™ ‚Äď seja voc√™ um simples visitante do Blog, meu ex-aluno, aluno e/ou amigos que constru√≠ na minha vida. Construiremos tudo que quisermos com uma pequena dose do que eu chamo de: ATITUDE!

 

Por fim, o curso que promovo neste mês, e certamente irei abrir novas turmas em breve, é chamado neste momento de Gestão Beta por vários motivos, mas também um deles é que:

 

‚Äúdevemos estar sempre em constru√ß√£o, fazendo altera√ß√Ķes, desenvolvendo a melhoria cont√≠nua… pois hoje tudo muda constantemente…¬†ca√≠ram-se as barreiras da comunica√ß√£o, da coletividade retra√≠da ou reprimida, e nada melhor que usar a l√≥gica da troca de experi√™ncias e de conhecimentos,¬†usar a t√©cnica a qual chama-se crowdsourcing para desenvolvermos muitas coisas juntos, cada coisa, cada vez melhor e em conjunto. S√£o a√ß√Ķes pr√°ticas na Internet gerando retorno para todos, seja diretamente financeiro, ou mesmo apenas¬†o merecido reconhecimento‚ÄĚ.

 

Prof. Adm. Nícolas Furlan

8Ps do Marketing Digital versus 4Ps do Marketing

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8Ps do Marketing Digital versus 4Ps do Marketing

 

Se voc√™ ainda n√£o sabe o que s√£o os 8Ps do Marketing Digital, mas certamente j√° sabe o que s√£o os 4Ps do Marketing “tradicional”, certamente deve estar se questionando agora, ou j√° se questionou, porque dizem 8 e n√£o 4, porque criaram 8Ps?

 

Em primeiro lugar saiba que um n√£o tem tanto haver assim com o outro, na verdade √© o Mix de Marketing uma ferramenta, teoria ou metodologia, como queira,¬†onde os 4Ps (Produto, Pre√ßo, Pra√ßa e Promo√ß√£o)¬†existem e ainda existir√£o com a mesma import√Ęncia,¬†sendo estes¬†muito importantes em um trabalho t√°tico de planejamento de Marketing. Mas nos 8Ps¬†temos apenas¬†somente¬†1P que vem com significado muito semelhante com os do Mix, que √© o P de Promo√ß√£o, somente este.

Os 8Ps (Pesquisa, Planejamento, Produ√ß√£o, Publica√ß√£o, Promo√ß√£o, Propaga√ß√£o, Personaliza√ß√£o¬†e Precis√£o) seriam como um passo a passo cont√≠nuo,¬†c√≠clico, que formam as estrat√©gias de Marketing Digital. Esta √© uma metodologia muito importante, extremamente √ļtil e muito bem arquitetada¬†por Conrado Adolpho Assis.

J√° o Mix de Marketing (os 4Ps) foi uma estrat√©gia, ao meu ver,¬†muito inteligente, criada por Jerome McCarthy, onde pelo menos pensando as a√ß√Ķes de marketing sobre 4Ps j√° ter√≠amos uma abrang√™ncia bem significativa do que deve ser pensado (planejado) e executado em uma empresa em termos de Marketing.

Assim, uma empresa precisa entender muito bem¬†Marketing, precisa executar Marketing como uma cultura ou uma filosofia¬†na empresa, fazendo com que esta foque sempre suas aten√ß√Ķes¬†ao cliente ou consumidor. Para atuar de forma mais efetiva no ambiente digital algumas metodologias precisavam ser desenvolvidas, e n√£o tenho d√ļvidas que entendendo a fundo o¬†funcionamento dos 8Ps do Marketing Digital, a empresa consegue fazer¬†um trabalho na¬†Internet de forma exemplar, consegue¬†faturar mais e inclusive descobrir novas oportunidades.

Estude mais este assunto, garanto para você que vale a pena!

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Aproveite! Inscreva-se agora nas √ļltimas 3 vagas do Curso de Marketing Digital Gest√£o Beta que est√° sendo oferecido de forma presencial nos dias 26 e 27 de Julho/13 na UNISC de Santa Cruz do Sul.

Curso oferecido pelo Blog Profmarketing!

5 Dicas para Melhorar Vendas de seu E-commerce

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5 Dicas para Melhorar Vendas de seu E-commerce

 

O post de Profmarketing hoje é bem sucinto e prático Р5 dicas para Lojas Online:

# 1ª DICA > Insira em cada produto um espaço para a opinião dos consumidores.

# 2ª DICA > Utilize selos de segurança.

# 3ª DICA > Desenvolva regras claras sobre troca e frete.

# 4ª DICA > Deixe visíveis preços, formas de pagamento e taxas de juros.

# 5¬™ DICA > Crie uma p√°gina de check out simples e com todas as informa√ß√Ķes da compra.

Alerta para quem está iniciando agora no ramo, digamos, que já possui loja física e agora quer ampliar sua praça de atuação e vendas:

A¬†p√°gina inicial de seu site E-commerce √© como a sua melhor vitrine de uma loja f√≠sica, isto significa que deve colocar em destaque os mais procurados e tamb√©m os melhores produtos. Nada de colocar foto de fachada da empresa f√≠sica! Isto √© uma grande erro! Foto de fachada e detalhes f√≠sicos s√£o sim importantes, mas s√≥ para a se√ß√£o “A Empresa”, “Sobre”, e nada mais.

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Profissionalize suas a√ß√Ķes online, qualifique-se: Curso de Marketing Digital Gest√£o Beta em Cap√£o da Canoa (RS) ou em Santa Cruz do Sul (RS).

O Impacto da Digitalização da Sociedade

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O Impacto da Digitalização da Sociedade

 

No Brasil do início dos anos 2000 (época em que tive minhas primeiras experiências com vendas online), fazer compras no ambiente digital exigia do usuário, além do acesso a um computador conectado, uma boa dose de ousadia e pioneirismo. O consumidor on-line ainda era uma minoria e as lojas de e-commerce estavam se consolidando.

Desde ent√£o, alguns fatores provocaram grandes mudan√ßas na forma como o brasileiro consome nos meios digitais, especialmente a difus√£o do acesso √† internet, a abrang√™ncia do uso das m√≠dias sociais e dos aparelhos m√≥veis conectados (tablets e smartphones), a expans√£o da nova classe C e a popularidade do uso dos cart√Ķes de cr√©dito. De acordo com um estudo da Visa, atualmente, 27% do valor total de bens e servi√ßos comercializados no pa√≠s s√£o pagos com cart√Ķes, n√ļmero que, em 2004, era de apenas 16,5%. O estudo mostra uma expans√£o de 64% no uso do servi√ßo em oito anos.

 

Na √ļltima d√©cada, o faturamento total do e-commerce no pa√≠s passou de R$ 540 milh√Ķes para R$ 22,5 bilh√Ķes, e o n√ļmero de e-consumidores de 1,1 milh√£o para 43 milh√Ķes, de acordo com o e-bit 2012, da C√Ęmara Brasileira de Com√©rcio Eletr√īnico. O n√ļmero de usu√°rios de internet, agora segundo a Meio Mensagem (dados de 2013) j√° alcan√ßou a cifra de 103 milh√Ķes (+ de 50% de penetra√ß√£o na popula√ß√£o), colocando o Brasil cada vez mais no topo do ranking mundial.

Em 2011, o Brasil foi um dos pa√≠ses que mais cresceram em IDI (ICT Development √ćndex, √≠ndice pulicado pela United Nations International Telecommunication Union, com base em indicadores de tecnologia da informa√ß√£o e comunica√ß√£o), passando de 0,54% para 4,72%. Hoje, comprar em meios digitais, n√£o mais apenas produtos tecnol√≥gicos, mas quase qualquer tipo de produto j√° est√° fazendo parte da rotina da grande maioria da popula√ß√£o.

 

Quando as lojas de departamentos f√≠sicas lan√ßaram suas primeiras vers√Ķes on-line, era consenso estarem tratando com dois p√ļblicos bem diferentes: os clientes com acesso √† internet, supostamente das classes A e B ‚Äď p√ļblico-alvo das lojas on-line -, e os demais das classes C e D que, teoricamente, continuariam comprando apenas nas lojas f√≠sicas.

Produtos de t√≠quete m√©dio baixo, como livros, CDs e DVDs, eram respons√°veis pela maioria das transa√ß√Ķes, bem diferente dos R$ 346 gastos em m√©dia no ano passado, quando eletrodom√©sticos e vestu√°rio ocuparam os primeiros lugares das vendas on-line. As mudan√ßas no perfil das compras e dos compradores ao longo dos anos indicam uma maior aproxima√ß√£o do perfil do consumidor on-line e off-line, e as lojas precisam estar preparadas para esse novo cen√°rio.

 

Usuários de várias classes sociais trafegam confortavelmente entre os ambientes virtuais (online) e reais (off-line), enquanto conceitos sedimentados do planejamento de mídia ganham novas variáveis e possibilidades.

 

A transposi√ß√£o ao novo ecossistema n√£o √© √≥bvia nem autom√°tica e exige um conhecimento ainda mais profundo n√£o s√≥ dos h√°bitos de consumo do brasileiro atual, mas tamb√©m, e indispensavelmente, de tecnologia ‚Äď produtos tecnol√≥gicos indo dos produtos eletr√īnicos aos softwares avan√ßados. A complexidade do ambiente digital aumentou muito. Para encontrar o mix de comunica√ß√£o de cada empresa de e-commerce, √© necess√°rio considerar todos os aparelhos conectados: computadores, celulares, tablets, games, televis√Ķes conectadas e DOOH (Digital Out of Home, a chamada m√≠dia digital fora de casa, como as TVs instaladas nos elevadores de pr√©dios comerciais). Em cada um deles, h√° v√°rias formas de comprar a m√≠dia e m√©tricas pr√≥prias a serem avaliadas, al√©m da necessidade de orquestrar todas elas com as campanhas na m√≠dia off-line.

 

Um estudo produzido pela Ipsos OTX Media CT e o Google indica que as compras por aparelhos m√≥veis ainda s√£o incipientes no Brasil. De acordo com a pesquisa Nosso planeta Mobile: Brasil, o celular responde por apenas 1,3% do total comercializado pelo e-commerce nacional, mas nos Estados Unidos esse n√ļmero j√° representa 5% das vendas do varejo.

 

Muito bem, neste cen√°rio posto nada melhor do que refletir mais, perceber que o mercado brasileiro tem caracter√≠sticas pr√≥prias ‚Äď diferente dos demais pa√≠ses ‚Äď e o empres√°rio deve ter cautela em adotar, sem restri√ß√£o, inova√ß√Ķes e pr√°ticas importadas. As empresas que entenderem antes e melhor as necessidades e os desejos de nosso mercado e souberem transformar esse conhecimento em a√ß√Ķes sair√£o na frente neste mercado altamente promissor e ainda em fase de consolida√ß√£o.