MARKETING – Estratégia Humanizada

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A cada dia nos deparamos com mais e mais e mais termos: marketing, marketing digital, marketing 3.0 ou 2.0, ou o número que for. Termos atrativos que na verdade se resumem a um só: velocidade dos tempos! Sim, pois, hoje mais corre aquele que voa.
Ofertas, compras, vendas, rede, usuários, satisfação, promoções, etc…etc…etc… Nos deparamos com um mundo de assustadora evolução e constante transformação. E, aí de quem for preguiçoso e optar pelo menos tecnológico.
Hoje em dia o mercado não permite escolhas mal feitas, e os consumidores insatisfeitos tem o poder de trucidar os profissionais através de apenas um clique…apenas uma postagem, um simples “insatisfeito”.
E então nos perguntamos, mas como reverter essa situação? Como atingir 100% de satisfação? Bom…total satisfação é ilusão, mas quem sabe a possibilidade de amenizar o impacto do consumismo através do apelo social seja interessante?!?!
Num mundo egoísta, dá para se pensar que fazer o bem pavimentaria o caminho para o céu e aliviaria impostos por conta de renúncias fiscais que a legislação permite. Mas não. O ato de pensar no próximo, estar em linha com movimentos que, em síntese, reduzam o desconforto dos que têm menos, tem a ver com desempenho econômico. Afinal, o consumidor que, graças às conexões nesse tempo de convergência, está em todos os lugares, vai escolher e optar por uma marca à outra em razão do que sente e no que dela se beneficia.
Buscar a felicidade é um desafio para as empresas de ponta e isso nada tem de poético no Brasil como player do mundo, que tem a maior população empreendedora do planeta. O marketing de causa, por isso mesmo, tem que causar. Impactar, sacudir, fazer barulho nos canais que produzem eco. E aí provocar aderência, juntar pessoas em torno de uma verdade.
Pessoas hoje se identificam com mensagens verdadeiras e com certeza farão coro se convidadas a participar de ações coletivas, petições, desagravos ou qualquer coisa que mobilize sentimentos com atitudes dignas, éticas, justas. Empresas saudáveis, mas humanizadas e socialmente responsáveis sempre serão melhor avaliadas dos que as apenas poderosas, eis aí uma incrível e imbatível “sacada de marketing”.

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