Qual a Rede Social criada em 2009 já extinta?

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Qual a Rede Social criada em 2009 já extinta?

Veja ao vídeo abaixo, que para mim é muito bom para conceituar Rede Social, e depois comente os motivos que podem ter levado a extinção da Drimio.

O Blog Profmarketing gostaria de saber também a sua opinião…

Em termos de estratégia competitiva estamos velhos ou novatos?

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Em termos de estratégia competitiva estamos velhos ou novatos?

Vejam o quanto velhos ou novatos estamos em termos de compreensão sobre estratégia e competição!

Lógico que também estamos velhos ou novatos para falar de tecnologias, inovações, ideologias e até mesmo sobre marketing.

Em 1984 Steve Jobs fez este discurso. Perceba o que você já deveria estar fazendo em seus negócios para criar uma legião ao seu favor:

Internet e Você – Que mundo é esse?

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Queria hoje esclarecer a todos os nossos visitantes, amigos e parceiros do Blog Profmarketing:

 

 

Internet e Você – Que mundo é esse?

  

 

Todo este projeto do Blog Promarketing, FanPage do Blog Profmarketing, Profcasts, e ainda lançarei na semana que vem vídeo… faz parte de um projeto bem maior de ensino de Marketing, especialmente no mês de Julho de Marketing Digital.

 

Vou contar um pouco da minha história:

 

Iniciei trabalhando com meu pai ainda criança, quando tinha por volta de meus 8 anos de idade. Já fiz de tudo nesta época… de trabalho burocrático simples (guardar documentos) a também só ficar olhando e escutando as técnicas de vendas que meu pai brilhantemente desenvolvia. Tive primeiro contato com um computador (da empresa) por volta dos 11 anos de idade um 286 do tempo do MS-DOS e dos disquetes enormes de 5¼. Só depois por volta dos 14 anos de idade é que fui ter o meu primeiro computador e foi através de sorte – um sorteio no colégio onde estudava –, era um modelo desktop 586 de 133Mhz com Kit Multimídia! (era show! uma inovação naquela época).

Logo, logo fui querendo entender melhor todo o funcionamento da máquina. Assim até hoje sou um pouco aficionado por PCs, só que mais por Hardware mesmo e não muito por Software. Ainda hoje compro peças e monto as minhas máquinas (e de familiares e amigos) peça por peça, faço testes com estas também, etc. Até cheguei a abrir uns blogs… Mas até hoje nunca fiz um vídeo Unboxing, por exemplo – prática frequente nesta área de tecnologia.

 

Nessa área da informática fui me envolvendo mais e mais com o passar dos anos. Lembro que queria trabalhar em uma loja de informática, mas meu caminho de estudos e experiências profissionais (em setores administrativos) não me colocavam muito neste ramo. Mas acabava mesmo fazendo algo também mais por hobby mesmo – arrumar computadores dos colegas de faculdade, de pessoas em geral… e cheguei a projetar empreender a abertura de uma loja dessas – tanto de venda de peças como também de manutenção de PCs.

 

Fiz a faculdade de Administração certo de que era bem isso que eu queria, e realmente não tinha paciência para uma carreira de estudos na área de TI (tecnologia da informação) por exemplo – por esta ficar muito voltada aos softwares, pelo menos naquela época. E gostei, comprovei que era a melhor formação a qualquer pessoa que quer obter sucesso. Assim já no primeiro ano de faculdade já fui vendo que meus estudos deveriam ser fazer uma análise de mercado para atuação no ramo de informática. Portanto fiz meu TCC (trabalho de conclusão de curso) nesta área, com uma pesquisa de mercado – envolvendo referenciais de Administração de Serviços e Marketing.

 

Assim, o empreendimento foi autônomo nos anos 2000 quando comecei a me relacionar efetivamente neste mundo da Internet de forma mais intensa, ou seja, fazendo negócios. Desde 1999 já logo no início do Mercado Livre no Brasil, eu já fazia minhas primeiras compras online e um ano depois já desenvolvida vendas para todo o Brasil através da Internet.

 

Este mercado sempre me interessava muito, então sempre estudei alguma coisa a respeito – tanto informática como mercado digital –, pesquisava bastante a respeito, mas sem dar um verdadeiro foco nisso, sem realmente fazer disso algo mais forte a este respeito. Trabalhava de dia normal, em empresa física, mas conferia minhas vendas online diariamente. O chamado hoje de Dropshipping, na época nem se falava (nem existia o termo), mas eu fazia isso e este foi um grande diferencial competitivo nas minhas vendas online. Lucrei sim, foi estimulante, muito bom mesmo, mas acabei desistindo das vendas online por diversos motivos, um desses revelo agora:

 

É complicado ficar com mais esse compromisso de atender a diversos pedidos de venda (e-mails que nem se dava tempo de ler todos, pois era uma quantidade imensa diariamente). Odeio serviço rotineiro e burocrático. Eu era um simples jovem que jamais foi reconhecido para ser um real Administrador de uma empresa (gestor)… Frustação natural de qualquer recém-formado, louco para colocar em prática seus conhecimentos. No tempo que me formei não existiam direito estes programas de Trainee – hoje, ao meu ver, uma coisa muito boa para os talentos dos bancos acadêmicos.

 

A melhor opção veio naturalmente… vou estudar marketing! Uma área mais livre, mais aberta às ideias, à criatividade – coisa de que sou fã. Ter novas ideias de divulgação e às vezes não ver resultado algum, ok – fiz coisas assim também no tempo de vendas online. E minha pós-graduação então foi nesta área. E para mim foi uma pós fantástica! Muito da minha cabeça mudou com esta pós, amadureci bastante profissionalmente, sem falar da minha vida pessoal e familiar que teve sempre muito conteúdo e assim amadurecimentos importantes também.

 

Enfim, já tinha me decidido também (desde a graduação) que queria seguir a carreira de Professor, mas de forma paralela a de Administrador – como Consultor ou mesmo funcionário nas empresas. Aquele plano de vida ou planejamento pessoal/profissional sempre esteve me guiando e concretizei praticamente tudo que pretendi, que planejei. Sobre atuar como Professor (desde 2003/04 atuo) e minha história sobre isso, daí vai longe, teria que escrever um post somente sobre isso!

 

Foi de um ano para cá, é que foi caindo a minha “ficha”, vi que tinha um conhecimento e que poderia aperfeiçoar ainda mais este conhecimento, para então coloca-lo mais em prática. Vi que a Internet quebrou todas as barreiras realmente e democratizou muitas coisas, fazendo com que hoje todos tivéssemos maior poder, eu e você.

 

Das empresas que trabalhei sempre havia alguma limitação sobre a minha atuação profissional, sobre colocar meus conhecimentos e experiências em prática. Já atuei em todas as áreas da administração, em variadas empresas, mas resolvi que agora deveria dar ainda mais foco a área de Marketing, e a minha carreira como Professor.

 

E assim, para poder também ajudar algumas pessoas – algo que sinto como minha missão de vida – percebi que se deve compartilhar mais… E inclusive qualquer conhecimento que seja. Na verdade isso é uma coisa boa pra sociedade, isto transforma a sociedade. Foi com este espírito que criei e lancei o projeto do Curso de Marketing Digital Gestão Beta pela UNISC – Universidade de Santa Cruz do Sul.

 

Este curso será um piloto de um grande empreendimento nosso na Internet. Digo nosso porque é exatamente isso que será.

 

Tem muita coisa acontecendo faz tempo no mundo digital (internet) só que praticamente não ficamos sabendo, ninguém fala, escondem certas verdades e passamos a não ter este conhecimento, e ficamos apenas remando a favor da maré, na velocidade que o vento sopra, ou seja, que alguém sopra. Quando na verdade existe quase que um outro mundo (mas na verdade é o mesmo) andando paralelamente, uns andam como pequenos peixes, outros com velhos pequenos barcos ou então submarinos em ferrugem e perigosos, mas alguns anda com submarinos ultra modernos, potentes e seguros.

ROYAL NAVY TASK GROUP FLEXES ITS MUSCLES IN THE MEDITERRANEAN 

Com essa metáfora quero deixar claro que precisamos independente da área do conhecimento que quisermos seguir, como profissionais, que a Internet proporcionou uma revolução que já começou e que não podemos ficar mais a mercê! Não ache que a rede social é tudo que revolucionou em nossa sociedade, existe muito mais coisa. E existe para tudo também um sentido de gestão e de marketing.

 

Para mim tudo começa pequeno, com calma, com muita calma… assim como este Blog, assim como este projeto está fazendo – tudo muito simples e informal. Mas com o tempo… aos poucos,  veremos melhor o que poderemos fazer, o que iremos fazer, eu e você – seja você um simples visitante do Blog, meu ex-aluno, aluno e/ou amigos que construí na minha vida. Construiremos tudo que quisermos com uma pequena dose do que eu chamo de: ATITUDE!

 

Por fim, o curso que promovo neste mês, e certamente irei abrir novas turmas em breve, é chamado neste momento de Gestão Beta por vários motivos, mas também um deles é que:

 

“devemos estar sempre em construção, fazendo alterações, desenvolvendo a melhoria contínua… pois hoje tudo muda constantemente… caíram-se as barreiras da comunicação, da coletividade retraída ou reprimida, e nada melhor que usar a lógica da troca de experiências e de conhecimentos, usar a técnica a qual chama-se crowdsourcing para desenvolvermos muitas coisas juntos, cada coisa, cada vez melhor e em conjunto. São ações práticas na Internet gerando retorno para todos, seja diretamente financeiro, ou mesmo apenas o merecido reconhecimento”.

 

Prof. Adm. Nícolas Furlan

8Ps do Marketing Digital versus 4Ps do Marketing

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8Ps do Marketing Digital versus 4Ps do Marketing

 

Se você ainda não sabe o que são os 8Ps do Marketing Digital, mas certamente já sabe o que são os 4Ps do Marketing “tradicional”, certamente deve estar se questionando agora, ou já se questionou, porque dizem 8 e não 4, porque criaram 8Ps?

 

Em primeiro lugar saiba que um não tem tanto haver assim com o outro, na verdade é o Mix de Marketing uma ferramenta, teoria ou metodologia, como queira, onde os 4Ps (Produto, Preço, Praça e Promoção) existem e ainda existirão com a mesma importância, sendo estes muito importantes em um trabalho tático de planejamento de Marketing. Mas nos 8Ps temos apenas somente 1P que vem com significado muito semelhante com os do Mix, que é o P de Promoção, somente este.

Os 8Ps (Pesquisa, Planejamento, Produção, Publicação, Promoção, Propagação, Personalização e Precisão) seriam como um passo a passo contínuo, cíclico, que formam as estratégias de Marketing Digital. Esta é uma metodologia muito importante, extremamente útil e muito bem arquitetada por Conrado Adolpho Assis.

Já o Mix de Marketing (os 4Ps) foi uma estratégia, ao meu ver, muito inteligente, criada por Jerome McCarthy, onde pelo menos pensando as ações de marketing sobre 4Ps já teríamos uma abrangência bem significativa do que deve ser pensado (planejado) e executado em uma empresa em termos de Marketing.

Assim, uma empresa precisa entender muito bem Marketing, precisa executar Marketing como uma cultura ou uma filosofia na empresa, fazendo com que esta foque sempre suas atenções ao cliente ou consumidor. Para atuar de forma mais efetiva no ambiente digital algumas metodologias precisavam ser desenvolvidas, e não tenho dúvidas que entendendo a fundo o funcionamento dos 8Ps do Marketing Digital, a empresa consegue fazer um trabalho na Internet de forma exemplar, consegue faturar mais e inclusive descobrir novas oportunidades.

Estude mais este assunto, garanto para você que vale a pena!

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Aproveite! Inscreva-se agora nas últimas 3 vagas do Curso de Marketing Digital Gestão Beta que está sendo oferecido de forma presencial nos dias 26 e 27 de Julho/13 na UNISC de Santa Cruz do Sul.

Curso oferecido pelo Blog Profmarketing!

5 Dicas para Melhorar Vendas de seu E-commerce

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5 Dicas para Melhorar Vendas de seu E-commerce

 

O post de Profmarketing hoje é bem sucinto e prático – 5 dicas para Lojas Online:

# 1ª DICA > Insira em cada produto um espaço para a opinião dos consumidores.

# 2ª DICA > Utilize selos de segurança.

# 3ª DICA > Desenvolva regras claras sobre troca e frete.

# 4ª DICA > Deixe visíveis preços, formas de pagamento e taxas de juros.

# 5ª DICA > Crie uma página de check out simples e com todas as informações da compra.

Alerta para quem está iniciando agora no ramo, digamos, que já possui loja física e agora quer ampliar sua praça de atuação e vendas:

A página inicial de seu site E-commerce é como a sua melhor vitrine de uma loja física, isto significa que deve colocar em destaque os mais procurados e também os melhores produtos. Nada de colocar foto de fachada da empresa física! Isto é uma grande erro! Foto de fachada e detalhes físicos são sim importantes, mas só para a seção “A Empresa”, “Sobre”, e nada mais.

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Profissionalize suas ações online, qualifique-se: Curso de Marketing Digital Gestão Beta em Capão da Canoa (RS) ou em Santa Cruz do Sul (RS).

O Impacto da Digitalização da Sociedade

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O Impacto da Digitalização da Sociedade

 

No Brasil do início dos anos 2000 (época em que tive minhas primeiras experiências com vendas online), fazer compras no ambiente digital exigia do usuário, além do acesso a um computador conectado, uma boa dose de ousadia e pioneirismo. O consumidor on-line ainda era uma minoria e as lojas de e-commerce estavam se consolidando.

Desde então, alguns fatores provocaram grandes mudanças na forma como o brasileiro consome nos meios digitais, especialmente a difusão do acesso à internet, a abrangência do uso das mídias sociais e dos aparelhos móveis conectados (tablets e smartphones), a expansão da nova classe C e a popularidade do uso dos cartões de crédito. De acordo com um estudo da Visa, atualmente, 27% do valor total de bens e serviços comercializados no país são pagos com cartões, número que, em 2004, era de apenas 16,5%. O estudo mostra uma expansão de 64% no uso do serviço em oito anos.

 

Na última década, o faturamento total do e-commerce no país passou de R$ 540 milhões para R$ 22,5 bilhões, e o número de e-consumidores de 1,1 milhão para 43 milhões, de acordo com o e-bit 2012, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. O número de usuários de internet, agora segundo a Meio Mensagem (dados de 2013) já alcançou a cifra de 103 milhões (+ de 50% de penetração na população), colocando o Brasil cada vez mais no topo do ranking mundial.

Em 2011, o Brasil foi um dos países que mais cresceram em IDI (ICT Development Índex, índice pulicado pela United Nations International Telecommunication Union, com base em indicadores de tecnologia da informação e comunicação), passando de 0,54% para 4,72%. Hoje, comprar em meios digitais, não mais apenas produtos tecnológicos, mas quase qualquer tipo de produto já está fazendo parte da rotina da grande maioria da população.

 

Quando as lojas de departamentos físicas lançaram suas primeiras versões on-line, era consenso estarem tratando com dois públicos bem diferentes: os clientes com acesso à internet, supostamente das classes A e B – público-alvo das lojas on-line -, e os demais das classes C e D que, teoricamente, continuariam comprando apenas nas lojas físicas.

Produtos de tíquete médio baixo, como livros, CDs e DVDs, eram responsáveis pela maioria das transações, bem diferente dos R$ 346 gastos em média no ano passado, quando eletrodomésticos e vestuário ocuparam os primeiros lugares das vendas on-line. As mudanças no perfil das compras e dos compradores ao longo dos anos indicam uma maior aproximação do perfil do consumidor on-line e off-line, e as lojas precisam estar preparadas para esse novo cenário.

 

Usuários de várias classes sociais trafegam confortavelmente entre os ambientes virtuais (online) e reais (off-line), enquanto conceitos sedimentados do planejamento de mídia ganham novas variáveis e possibilidades.

 

A transposição ao novo ecossistema não é óbvia nem automática e exige um conhecimento ainda mais profundo não só dos hábitos de consumo do brasileiro atual, mas também, e indispensavelmente, de tecnologia – produtos tecnológicos indo dos produtos eletrônicos aos softwares avançados. A complexidade do ambiente digital aumentou muito. Para encontrar o mix de comunicação de cada empresa de e-commerce, é necessário considerar todos os aparelhos conectados: computadores, celulares, tablets, games, televisões conectadas e DOOH (Digital Out of Home, a chamada mídia digital fora de casa, como as TVs instaladas nos elevadores de prédios comerciais). Em cada um deles, há várias formas de comprar a mídia e métricas próprias a serem avaliadas, além da necessidade de orquestrar todas elas com as campanhas na mídia off-line.

 

Um estudo produzido pela Ipsos OTX Media CT e o Google indica que as compras por aparelhos móveis ainda são incipientes no Brasil. De acordo com a pesquisa Nosso planeta Mobile: Brasil, o celular responde por apenas 1,3% do total comercializado pelo e-commerce nacional, mas nos Estados Unidos esse número já representa 5% das vendas do varejo.

 

Muito bem, neste cenário posto nada melhor do que refletir mais, perceber que o mercado brasileiro tem características próprias – diferente dos demais países – e o empresário deve ter cautela em adotar, sem restrição, inovações e práticas importadas. As empresas que entenderem antes e melhor as necessidades e os desejos de nosso mercado e souberem transformar esse conhecimento em ações sairão na frente neste mercado altamente promissor e ainda em fase de consolidação.

Você é Estrategista ou Ferramenteiro?

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Uma reflexão que fiz, a não muito tempo atrás, me deixou muito empolgado para fazer esta pergunta agora e então discutir com você uma resposta.

 

Você é Estrategista ou Ferramenteiro?

 

Nas Empresas WEB o Ferramenteiro é o funcionário, ou o profissional, que sabe tudo sobre criar perfis nas redes sociais, no Facebook, no Twitter… sabe ainda onde é que fica cada botão de configuração no Google Analytics, no Adwords, como usar os melhores softwares para monitorar a presença de uma marca na Internet, sem falar que é com ele essa história de postar em um blog, pois é o cara que sabe instalar um WordPress no servidor ou mexer no FTP. Essas são tarefas dos Ferramenteiros.

 

Perceba então que é um Ferramenteiro que torna possível o trabalho do Estrategista. É quem monta o time de criação e faz a coisa toda acontecer, tirando o plano do papel. Ele transforma a estratégia em realidade, em uma ação concreta e visível não só ao seu Estrategista, mas para o Usuário ou Consumidor Final – normalmente o seu público alvo que acessa a sua página através da Internet, seja pelo seu PC, notebook, tablet ou smartphone.

 

Já o Estrategista tem um diferente papel. Olha para um negócio e sabe que há cerca de 50 milhões de bichinhos de estimação no país (1 para cada 4 pessoas), que cães e gatos somam cerca de 40 milhões de animais e grande parte das despesas com eles ficam por conta da alimentação (65%).

Os animais são tratados como parte da família e tem como público-alvo, para produtos relacionados aos pets, principalmente as mulheres (70% das compras) e que os proprietários de pet gastam cerca de R$760 por ano com cães.

Então de posse dessas informações, um Estrategista pesquisará onde se encontra tal público-alvo, como ele interage com o mercado para suprir seus desejos de consumo e, principalmente, porque compram mimos e adereços para seu pet. Será que fazem isso para suprir a falta de filhos ou porque gostam de exibir seu pet para a sociedade? Ter um pet é questão de carência causada pela sociedade caótica e solitária?

 

As primeiras perguntas de um Estrategista, após profunda leitura do cenário, do negócio, do público-alvo, serão:

 

“Qual a conversão da ação digital? Quais foram as vendas? A geração de leads? Ouve doação, recompra?”, “Qual a abordagem de comunicação a ser usada para convencer o público-alvo a converter a meta?”, “Onde o público-alvo se concentra? no Facebook, no LinkedIn, no Decora.me, no blog?”. “Quais as necessidades, desejos e ansiedades que esse público tem para serem preenchidas?”

 

Essas perguntas não tem relação com a ferramenta, mas sim com as pessoas e com o business. Um Estrategista enxerga o business e a conversão (o visitante virando cliente). Ele pode não saber onde está o botão para transformar perfil em Fanpage no Facebook, mas sabe que isso é necessário para gerar relacionamento com o público-alvo.

 

Em resumo, o Estrategista precisa saber o que é possível fazer, mas não necessariamente é mais importante saber como fazer.

 

Por isso ele tem o Ferramenteiro. Muitos Estrategistas são também razoáveis Ferramenteiros. Sabem fazer uma boa campanha de Adwords ou entendem razoavelmente de SEO, mas sem dúvida, não entendem tanto das ferramentas como alguém que passa o dia inteiro sobre elas.

O grande problema é quando um profissional (ou o mercado) confunde estratégia com ferramenta. Criar uma Fanpage não é estratégia. Estratégia é o que você faz com a Fanpage e como ela conversa com todas as outras iniciativas gerando um resultado tangível, previsto e crescente. O Estrategista é e sempre deve ser um leitor de pessoas e de mentes, um excelente profissional da Administração de Marketing. Um Ferramenteiro é um especialista em operar a máquina.

 

Muitos Ferramenteiros usam a palavra estratégia como se estivessem de fato fazendo-a. Não estão. Estão apenas operando a ferramenta. Lógico que sempre há um pouco de estratégia em uma ação, mas nem sempre a certa e nem mesmo a melhor (recomendo ler o livro “Estratégia boa, estratégia ruim” de Richard P. Rumelt, para entender esse ponto).

Como retrata Conrado Adolpho (autor do livro “Os 8Ps do Marketing Digital“), para mim o guru nestes assuntos estratégicos da área digtal, muitos Estrategistas acham que se não souberem mexer na ferramenta não podem ser considerados profissionais de marketing digital. Querem aprender todas as ferramentas a fundo perdendo o foco de sua função: entender de gente, ler, entender sobre o business, perceber para onde o mercado está indo, conversar com os empresários para entender seus problemas reais e fazer a tradução entre o “mundo real” e o “mundo dos bits”.

 

O Estrategista sabe que não é a ferramenta, e muito menos uma única ferramenta, que traz o resultado. O relacionamento pode estar no cartão (magnético em plástico) de fidelidade ou então em um bom atendimento. A rede social não faz absolutamente nada sozinha caso o atendimento da empresa seja péssimo ou não se importar verdadeiramente com o cliente.

O que existe é o bom e velho Marketing, mas em um mundo com novas regras, onde ele se transforma e muda a maneira como é operado. O Marketing porém, deve continuar falando de gente, não de máquinas ou novas ferramentas apenas.

 

O papel do Estrategista nesse ambiente digital, no Brasil, ainda está muito confuso dado o pouco conhecimento do que é esse novo ambiente e do que é a própria estratégia, palavra que tem sido usada para praticamente tudo (para entender melhor esse ponto, sugiro ler “Entendendo Michael Porter” de Joan Magretta).

 

Cabe aos poucos Estrategistas – sejam profissionais como o Administrador ou outro da área da Comunicação Social por ex., que estando capacitado a esta função gerencial – a missão de mostrar que uma boa estratégia, sinérgica, conjunta, coesa, pode levar qualquer cliente a LUA! O Ferramenteiro é tão necessário quanto o Estrategista e os dois devem trabalhar em conjunto, pois saber qual botão apertar é tão necessário em uma ação quanto saber como deve apertá-lo.

Bem Vindo ao Blog Profmarketing!

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Este Blog nasceu para poder compartilhar conhecimento, para poder enriquecer as capacidades técnicas e pessoais de todos os profissionais que atuam ou desejam atuar na área de Marketing.

Para começar, indico que veja o vídeo abaixo que demonstra bem um certo dilema que estamos vivendo em nosso mundo atual.


E aí você é ON ou OFF?

Já adianto a você que prefiro uma lógica ON-OFFLINE!

Ou seja, devemos estar sempre interligados, conectados, mas jamais deixar de viver e aproveitar nosso mundo offline!

Um abraço a você e bom proveito ao nossos conteúdos!

Prof. Adm. Nícolas Furlan